Quem me acompanha no Instagram (@quebaderna) viu que fomos para Miami e Orlando com a minha chicletinha. O que muitos pais consideram uma aventura, para nós foi a melhor viagem.

Como sei que essa é a dúvida de muita gente, resolvi compartilhar aqui com vocês como foi a viagem para Miami e Orlando com bebê. Esse primeiro post é especificamente sobre o vôo, que assusta a maioria dos pais. Depois, farei um post sobre o que fizemos por lá.

Essa foi a primeira viagem internacional da Maria Eduarda. Confesso que eu tinha até certo receio, principalmente porque o vôo da ida era diurno e ela não costuma tirar longas sonecas durante o dia. Para não ficar tão cansativo, preferimos vôos diretos. Na ida, fomos de TAM e na volta de American Airlines. As duas foram ótimas e atenderam às nossas necessidades.

viagem para miami com bebê

Mesmo no vôo diurno (TAM), ME me surpreendeu e dormiu durante quase todo o tempo. Como ela ainda mama exclusivamente leite materno, não me preocupei com alimentação para ela durante o vôo e durante toda a viagem. Quem faz dieta especial, também pode fazer o pedido para a TAM. Existe a possibilidade de reservar o bercinho do avião (tem que ligar alguns dias antes na TAM e verificar a disponibilidade). Hoje o valor é de U$ 85,00 por trecho. Quem não quiser reservar o bercinho, também tem a opção de pedir o espaço conforto (a mãe com criança de colo não paga e o outro acompanhante paga U$ 70,00). Como o vôo era diurno, preferi não reservar o bercinho e escolhemos somente o espaço conforto. Valeu muito a pena, já que pegamos uma poltrona livre do nosso lado e a ME ficou com uma poltrona só para ela! Na TAM, o bebê de colo tem direito a uma bagagem de 32 kg e um carrinho ou bebê conforto. Me deixaram ir com o carrinho até a porta do avião, mas depois tive que pegá-lo na esteira com as malas. A ME ficou no canguru durante a fila da imigração.

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Na volta, o vôo foi noturno e da American Airlines. Solicitar refeição especial é um pouco mais complicado e tem uma tarifa de U$ 25,00. Por outro lado, eles não cobram a reserva do bercinho. Como o vôo não estava lotado e tinha poltrona vaga do meu lado, pude entrar com o bebê conforto e isso me deixou muito mais tranquila durante todo o vôo. ME também dormiu quase a noite toda. Pude ir com o carrinho até a porta do avião e depois me devolveram na porta mesmo (muito prático isso). O bebê tem direito a uma bagagem de 23 kg, um carrinho, um bebê conforto e uma bolsa de fraldas.

Nos dois vôos escolhi roupinhas confortáveis e levei 6 trocas extras. Na ida, ME usou 3 trocas e, na volta, somente uma. Também separei uma mantinha gostosa e quentinha para o ar frio do avião. O que importa no avião é estar confortável. Levei cerca de 15 fraldas (melhor pecar pelo excesso), lenço umedecido e a Desitin de bisnaga pequena (o volume máximo de pastosos e líquidos no embarque é de 100 ml). É claro que não usei nem metade dessas fraldas. Deixei alguns brinquedinhos, mordedores e a naninha também na bagagem de mã0. O importante é criar o clima mais aconchegante possível para o bebê. O que pude perceber foi que por mais que ela tenha dormido durante quase todo o tempo, o sono não é restaurador como acontece em casa e ela chega bastante cansada.

Com certeza, a melhor decisão foi levar a minha pequena comigo e com o marido. Eu jamais conseguiria ficar 1 dia todo sequer longe dela! É claro que cada bebê é diferente, mas fiquei muito tranquila em ter ela ali pertinho.

Liz é publicitária, empresária e mãe da Maria Eduarda. Ama blog, decoração, viagens, reciclagem e festas. Apaixonada pelo marido e pelo Johnny Boy, o baby de 4 patas.