Para um Ano Novo

Quando piscamos parece que a vida passou: que o ano acabou, que o bebê cresceu, que aquela calça ficou velha. Parece que não vivemos dia após dia. Esquecemos da felicidade de alguns momentos, das angústias de outros. Esquecemos de detalhes que fizeram toda diferença em nossas vidas.

Às vezes vemos fotos e temos saudades. Saudades de quando saíamos, de quando ficávamos em casa. Saudades de um tempo que foi bom e passou. 

Esquecemos de perceber e agradecer por tanta coisa boa que acontece todos os dias. Um sorriso inesperado, uma reconquista de amor, um sonho alcançado, uma esperança renovada, uma descoberta surpreendente. 

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Festa Chapeuzinho Vermelho – Duda 3 anos


Em setembro Duda fez 3 anos. Parece que foi ontem que nasceu, mas passou rápido. Ela estava em uma fase “amando o Lobo Mau”. Além disso, todos os dias conto para ela a história da Chapeuzinho Vermelho antes de dormir. Então, decidimos fazer a festa Chapeuzinho Vermelho para a Duda.

A festa Chapeuzinho Vermelho é muito tradicional e agora tem voltado com várias releituras.

A ideia foi criar uma floresta de forma a integrar a mesa e a decoração ao redor. Duda amou e em vários momentos ia com os amiguinhos perto da mesa. Usei um painel 3D para que a integração fosse ainda maior. Procurei flores mais claras para “quebrar” o tradicional verde/vermelho da Chapeuzinho, que também me lembra muito Natal. Coisa minha mesmo. Usei pouca coisa de papelaria personalizada (fiz na silhouette), mas aproveitei muito forminhas prontas mais requintadas para os docinhos enrolados. Os doces personalizados ajudaram a criar o cenário da mesa.

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Para uma nova mãe


Logo que o bebê nasce, não é só a vida que muda completamente. Parece que vem junto um choque de realidade. E culpa. Muita culpa. 
Eu sabia que teria noites em claro, mas não que seriam tantas e tão exaustivas. Eu sabia que a amamentação seria difícil no começo, mas não tinha ideia que eu choraria de dor cada vez que ela começasse a mamar. Eu não sabia o que era baby blues e não imaginava o porquê me sentia tão sensível. Eu achava que rotina era coisa fácil de se adaptar, mas a verdade é que já foram 3 anos e não conseguimos ainda ter isso em casa.
Eu achava que poderia sair passeando com o sling toda livre, mas já no hospital a pediatra me disse que eu não poderia sair enquanto ela não tomasse as primeiras vacinas (como não pensei nisso antes?). Então, mesmo que em algumas fotos eu tenha parecido arrumada, a verdade é que eu passava a maior parte dos meus dias de pijamas, com uma olheira enorme, um pacotinho no colo e tentando comer/tomar banho/fazer xixi entre mamadas, trocas e sonecas. 
Junto com isso vinha aquela sensação de culpa. Culpa por não estar na pracinha dando banho de sol com outras mães perfeitas, culpa por preferir assistir um filme ao invés de ler Pequeno Príncipe para uma bebê. Culpa por não conseguir fazer ela dormir a noite toda. Culpa por ter comido alguma coisa e ter dado cólica. Culpa por ter recebido alguém resfriado em casa. E mil outras culpas que rondam a nossa mente o tempo todo! 
Hoje posso dizer que sinto saudades. Não posso dizer que teria feito diferente, simplesmente porque não fiz. Fiz tudo o que consegui fazer para dar amor e tranquilidade para a minha filha. E isso já é o mundo.

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O passar do tempo

Às vezes me dá saudade de como já fui um dia. Lembro como era ficar acordada só para ver o sol nascer tão lindo. O tempo passa e parece que parte de nós muda.

Eu amava assistir filmes comendo pipoca e brigadeiro de colher. Ainda amo, na verdade. Mas muitas vezes troco os filmes por episódios do Hi-5. A pipoca faço sempre que consigo assistir aos filmes que planejo e o brigadeiro, esse sim ficou mais raro. Não é tão fácil emagrecer aos 32 como era aos 16.

Continuo amando as músicas que eu amava, com algumas a mais. Conheci novos sons, novas vozes. E hoje, se eu fosse escolher uma voz, acho que seria a da Adele. Além de todas essas, aprendi a gostar de Frozen, Dona Aranha e até o Patati Patatá me parece divertido em alguns momentos. Sim, eu prefiro Toquinho, mas nem sempre é isso que eu consigo fazer a minha filha escutar e se divertir! 

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Renovando o vaso em 30 segundos

Quem não tem em casa um vasinho daqueles velhinhos, já sem graça, mas com desenho legal! Eu tenho vários e até mesmo garrafinhas que achei legal e guardei!

Tinha um bege todo manchado, que estava bem feinho. Coloquei a transformação dele vapt-vupt, que fiz em 30 segundos!

Qual a mágica? Peguei a tinta spray dourada e pronto! Rapidinho o vasinho estava lindo e renovado.

Então coloquei o antes e depois para provar o quanto a tinta Spray pode ser prática nesse caso!

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